IPTU de Palhoça, na Grande Florianópolis, pode dobrar de valor

Câmara, que aprovou reajuste em primeira votação, irá análisá-lo novamente nesta terça

Quem mora em Palhoça, na Grande Florianópolis, poderá ter um gasto a mais a partir do ano que vem. O valor do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) deve dobrar em 2010. A Câmara de Vereadores aprovou — por seis votos a favor e três contra — o reajuste. A primeira votação ocorreu nesta segunda-feira.

O projeto voltará à pauta da Câmara nesta terça-feira para análise. Se for aprovado novamente, a proposta seguirá para a sanção do prefeito.

Para ser ter uma ideia, algumas regiões de Palhoça, valorizadas pela explosão imobiliária, podem registrar um aumento de até 100% no valor do IPTU. Os novos valores devem ser repassados já no próximo carnê.

fonte: RBS TV

Cinco grandes capitais respondem por 25% do PIB do Brasil

Agência Estado -
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RIO - A concentração econômica regional persiste no País. Em 2007, apenas cinco municípios (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba) respondiam, juntos, por cerca de 25% do PIB total do País. A informação consta de pesquisa sobre o Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios divulgada hoje, 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Segundo o levantamento, os 50 municípios com os maiores PIB municipais em 2007 respondiam pela metade do PIB do País. Por sua vez, os 1.342 municípios com as menores economias responderam por até 1% do PIB nacional.

Dos 5.564 municípios brasileiros, 1.881, ou 33,8% do total, tinham mais do que um terço da sua economia dependente da administração pública em 2007. O peso da administração pública no PIB do Brasil prossegue em expansão e passou de 12,6% em 2004 para 13,3% em 2007. Especificamente em 2007, segundo a pesquisa, os dois municípios do País cuja economia era mais dependente da administração pública eram Uiramutã (RR), com 80,1%, e Poço Dantas (PB), com 70,2%.

Além disso, naquele ano a administração pública teve peso superior a 39,7% em todos os municípios de Roraima e acima de 38,6% nos municípios do Amapá. Entre as capitais brasileiras, as que tinham o maior peso da administração pública em sua economia eram Brasília (48,3%), Boa Vista (39,7%), Macapá (39,0%), Rio Branco (26,7%) e Porto Velho (22,2%). Por outro lado, os menores pesos foram apurados em Vitória (4,5%), São Paulo (5,9%), Curitiba (7,3%), São Luiz (8,3%) e Manaus (8,8%).

A pesquisa mostra também, ainda que quatro entre os cinco municípios com os menores PIB do País em 2007 eram do Piauí. O município de menor PIB naquele ano foi Santo Antônio dos Milagres (PI), seguido por São Miguel da Baixa Grande (PI), Areia de Baraúnas (PB), São Luís do Piauí (PI) e Olho D’Água do Piauí (PI). A soma do PIB destes cinco municípios representava 0,001% do PIB do País.

O que abre e o que fecha

Fique atento para o que funciona durante os feriados de Natal e Ano-Novo no Estado e em algumas cidades catarinenses.

Serviço
NO ESTADO
- Bancos: 25 e 1º estarão fechados. Dias 24 e 31, funcionarão das 10h às 12h.
- INSS: 24 e 31 as agências funcionarão das 8h às 12h. Dias 25 e 1º estarão fechados.
- Casan: 24, 25 e 1º as lojas estarão fechadas, só funcionarão os serviços de emergência, pelo telefone 0800-643-0195.
- Celesc: 24 e 31 as lojas funcionarão até as 12h. O serviço de emergência funcionará durante 24 horas, pelos telefones 0800-480196 e 0800-480-120.
- Correios: agências funcionam nas vésperas das datas comemorativas das 9h às 12h. Dias 25 e 1º ficam fechadas.
GRANDE FLORIANÓPOLIS
- Comércio de rua: hoje e amanhã aberto até as 22h. Dia 24, as lojas fecham às 17h, e não abrem no dia 25.
- Comércio dos shoppings: hoje e amanhã, abertos até as 23h. Dia 24, o atendimento será das 10h às 17h. No dia 25, devem funcionar as áreas de alimentação.
- Transporte público: nos dias 24 e 31 funcionaram com horários de sábado. Nos dias 25 e 1º, com horários de domingo.
- Prefeituras: Florianópolis e São José, nos dias 24 e 31 ponto facultativo. Em Biguaçu será ponto facultativo nos dias 24, 25, 29, 30 e 31. Em Palhoça, a prefeitura entrou em recesso no dia 20 de dezembro e retorna dia 11 de janeiro. As demais prefeituras estarão fechadas nos dias 25 e 1º.
FLORIANÓPOLIS
- Saúde: apenas as Unidades de Pronto Atendimento, do Norte e Sul da Ilha, funcionarão durante o final de semana e o feriado, 24 horas por dia.
- Direto do Campo: dias 24 e 31 funcionam das 6h às 17h. Dias 25 e 1º fechados.
- Mercado Público: 24, 25 e 31/12 somente uma peixaria estará de plantão. Dia 1º/1, fechado.
- Coleta de lixo: 24, 25, 26 e 31/12 normal durante o dia (não tem coleta noturna). Nos dias 25/12 e 1º/1 roteiros de praia durante o dia e coleta noturna, com coleta seletiva somente no Campeche.
SÃO JOSÉ
- Saúde: os postos estarão fechados. Em caso de emergência, procurar o Hospital Regional de São José.
- Coleta de lixo: normal.
BIGUAÇU
- Saúde: as unidades básicas de saúde estarão fechadas, mas o Pronto Atendimento na Unidade Central de Saúde, na Rua Vereador Emidio Amorim Veríssimo, Bairro Rio Caveiras, estará funcionando normalmente. Fone (48) 3243-1040.
- Coleta de lixo: normal.
PALHOÇA
- Águas de Palhoça: nos dias 24 e 31, das 8h às 12h, 25 e 1º fechada. Plantão 24 horas pelo telefone 0800-643-3737.
- Saúde: fechadas até 11 de janeiro, exceto o Centro de Triagem na Policlínica Central, que funcionará normalmente, 24 horas. Fone (48) 3279-35124.
- Coleta de lixo: normal.
JOINVILLE
- Prefeitura: para atendimento sobre impostos e taxas, plantão da Secretaria da Fazenda nos dias 23, 28, 29 e 30, das 8h às 12h.
- Água: central de atendimento no Centro, funciona normalmente nos dias 23 e 28, 29 e 30. Os postos nos bairros reabrem no dia 4. Telefone: 0800-723-0300
- Saúde: postos de atendimento reabrem as portas no dia 4. As vigilâncias sanitária e epidemiológica ficam com equipe de sobreaviso. Os pronto atendimentos (Norte, Sul e Leste) funcionam normalmente. O pronto-socorro do Hospital Municipal São José (HMSJ) atende normalmente. Os setores administrativos do HMSJ fecham dia 23 de dezembro e retornam dia 4. Os serviços do Samu o funcionamento é normal.
- Coleta de lixo: não haverá coleta de lixo nos dias 25 e 1º. Nos dias 24 e 31 de dezembro, o recolhimento será antecipado. Equipes vão trabalhar das 5h às 11h, das 11h às 17h e das 17h às 23h.
- Defesa Civil: plantão no 199 e 8433-6599
- Saúde: no Hospital Regional Hans Dieter Schmidt o atendimento será normal. Maternidade Darcy Vargas o setor ambulatorial está paralisado até o dia 3. O atendimento às pacientes será normal. Informações: (47) 3461-5700.
JOAÇABA
- Comércio: hoje e amanhã, das 9h às 22h e, no dias 24 e 31, até às 15h. No dia 2 não há expediente.
- Postos de saúde: fechados nos dias 24, 25, 31 e 1º. Equipes de plantão de sobreaviso para emergências. Nos demais dias, funcionam normalmente. Plantão do HU Santa Terezinha funciona normalmente.
- Prefeitura: recesso dia 24 e retorna dia 4.
- Coleta de lixo: dia 25 não ocorrerá nos locais onde é realizada às segundas, quartas e sextas. Dia 26, funciona normalmente e, no dia 31, escala de final de semana.
- Transporte coletivo: horário de domingo dia 25 e 1º.
BLUMENAU
- Comércio: dia 24 abre das 9h às 13h. Dias 25 e 1º fechado; dia 26, horário normal.
- Saúde: prontos-socorros dos hospitais Santo Antônio, Santa Isabel, Santa Catarina e Misericórdia atenderão 24 durante todos os dias.
- Coleta de lixo: sem coleta entre os dias 24 e dia 4 de janeiro

Feliz Natal!

Emprego formal no Brasil tem recorde mensal em novembro

Agência Estado -

// SÃO PAULO - O resultado de novembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho bateu novo recorde para meses de novembro, registrando 246.695 novos postos de trabalho no mês passado. Em outubro, o indicador já havia registrado recorde para o mês, com a criação de 230.956 postos. Segundo o ministério, o saldo de novembro é praticamente o dobro do recorde anterior, em novembro de 2007, quando foram criadas 124.554 vagas. O resultado de novembro também é o segundo maior do ano, superado apenas pelo dado de setembro, quando foram abertos 252.617 empregos formais.

No acumulado de janeiro a novembro, pelos dados do Caged, foram criados 1.410.302 postos de trabalho. Já no acumulado dos últimos 12 meses, encerrados em novembro, o número de novas contratações atingiu 755.356.

Os setores de comércio, serviços e indústria da transformação e construção civil lideraram a abertura de vagas em novembro. O setor de comércio criou 116.571 postos de trabalho. O setor de serviços foi responsável pela contratação de 87.252 empregados. A indústria de transformação gerou 39.594 vagas e a construção civil 17.791 postos. A agropecuária fechou 16.628 vagas em novembro, em função do período de entressafra.

Trabalhador perde R$ 13 bi na crise, mostra estudo

A soma dos salários pagos pelas empresas do setor caiu de R$ 190 bilhões para R$ 177 bilhões entre outubro de 2008 e setembro de 2009. Agência Estado

SÃO PAULO - A massa salarial na indústria brasileira de transformação diminuiu R$ 13 bilhões em um ano de crise financeira internacional. A soma dos salários pagos pelas empresas do setor caiu de R$ 190 bilhões para R$ 177 bilhões entre outubro de 2008 e setembro de 2009. A diferença entre os dois valores supera em R$ 900 milhões os R$ 12,1 bilhões que serão pagos de 13º salário aos trabalhadores da indústria em geral neste ano.

As informações são de um levantamento inédito feito por José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O trabalho confirma que o estrago da crise global no mercado de trabalho na indústria foi além do corte no emprego.

No período analisado, a massa de salários caiu 5,3%, relativamente menos do que a produção industrial, cuja retração chegou a 8%, porém mais que o emprego, que recuou 4,1%. “Na crise, as empresas cortaram horas extras, além de demitirem, o que em muitas empresas foi feito de uma forma seletiva, mandando embora funcionários de maiores salários”, explica Roriz Coelho. O executivo ressalta que empresas e trabalhadores, em sua grande maioria paulistas, chegaram a acordos para redução temporária de jornada e de salários na fase mais aguda da crise.

Apesar da retomada da atividade econômica observada desde o início deste ano, tanto a produção quanto a massa salarial e o emprego continuam abaixo dos níveis do período anterior à crise. O pessoal ocupado na indústria, por exemplo, passou de 7,03 milhões em outubro de 2008 para 6,74 milhões em setembro último. Perderam-se 286 mil empregos. Contudo, só no último mês de outubro, o setor recuperou 74,5 mil vagas, conforme os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

Recesso de final de ano

Caros senhores,

Informamos que entraremos em recesso a partir do dia 18/12/2009 retornado as atividades dia 04/01/2010.

Agradecemos pela atenção

Diretoria da ACIP

Abimaq defende prorrogação de incentivos tributários

Abimaq defende prorrogação de incentivos.
Agência Estado

BRASÍLIA - O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert, defendeu hoje, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), a prorrogação dos incentivos tributários para o setor. Ele disse que é preciso que essas medidas sejam “perenes”. Segundo Aubert, graças às medidas adotadas pelo governo, o setor conseguiu reduzir o impacto da crise financeira internacional, saindo de uma queda de faturamento de 55%, no inicio do ano, para terminar 2009 com uma queda de 20%.

Aubert fez rasgados elogios ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, pela “coragem” de ter taxado com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) o capital externo que entra no País e também pelas medidas de desoneração tributária. Apesar dos elogios, ele criticou o sistema tributário brasileiro e a taxa de câmbio. Segundo Aubert, o Brasil é o único país do mundo que tributa investimentos. Aubert destacou que a tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), PIS e Cofins onera o investimento no País em mais de 30%, 40%, tirando a competitividade da indústria nacional. Ele avaliou ainda que a taxa de câmbio é “mortal” para o setor de máquinas e equipamentos.

Mas o empresário não apresentou sugestões ao governo, durante sua palestra. Ele criticou também a baixa taxa de investimento do Brasil. Segundo ele, a taxa média de investimentos, nos últimos dez anos, de 16,9%, é inferior à da América Latina(19%) e à mundial (24%). Aubert destacou que a China tem uma taxa média duas vezes maior que a brasileira (34%) e que é preciso aumentar esse investimento. Segundo ele, não existe país desenvolvido que não tenha uma indústria de bens de capital desenvolvida.

Juros

O consultor e empresário Antoninho Marmo Trevisan defendeu hoje que o gasto com juros da dívida pública seja efetivamente tratado como despesa nas contas públicas e não como uma mera linha contábil. Segundo ele, este ano, o Brasil deve gastar R$ 178 bilhões com juros, enquanto vai gastar apenas R$ 34 bilhões com educação. “É como se um pai suspendesse o pagamento da mensalidade da escola do filho para pagar o cheque especial”, disse Trevisan, durante reunião do CDES.

Ele defendeu ainda que seja feita a reforma contábil de modo a explicitar melhor o peso dos juros nas contas públicas. “É preciso tratar juro como despesa e não investimento como despesa”, disse. Trevisan abordou a questão cambial, dizendo que o otimismo dos estrangeiros com o Brasil torna inevitável um forte ingresso de dólares no País e, por isso, é necessário que se estimule a inovação tecnológica. Segundo ele, o Brasil tem uma grande produção científica, mas pouco estímulo para transformar o conhecimento em patentes.

Fazenda prepara mais medidas para estimular economia

Prazo de linha de financiamento do BNDES para aquisição e produção de bens de capital será estendido. Agência Estado

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prepara novas medidas de estímulo ao setor produtivo. Algumas delas devem ser anunciadas nesta quarta-feira, 9, durante a última reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social (CDES).

Mantega estenderá o prazo de concessão de subsídio do Tesouro Nacional à linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para aquisição e produção de bens de capital (máquinas e equipamentos) e inovação tecnológica. Também deve anunciar a prorrogação da isenção de PIS e Cofins sobre a venda de computadores e seus componentes, conforme antecipou a Agência Estado.

A linha de financiamento do BNDES para aquisição e produção de bens de capital e inovação tecnológica conta com equalização das taxas de juros pelo Tesouro. Até o valor global de R$ 44 bilhões em empréstimos, o Tesouro cobre a diferença entre o custo da captação do dinheiro pelo BNDES e o encargo do tomador do financiamento. No entanto, a equalização só valia para empréstimos contratados até 31 de dezembro de 2009. Esse prazo deve ser estendido para até 30 de junho de 2010.

O incentivo para a compra de computadores terminaria no dia 31 de dezembro, conforme previsto na Lei 11.196, de 2005, conhecida como “Lei do Bem”. A proposta em estudo é para uma prorrogação por mais quatro anos. Por outro lado, a indústria terá de aumentar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de 2% para 3% do faturamento anual das empresas, depois de descontado o pagamento de impostos.

O Ministério da Fazenda ainda estuda o pleito do BNDES de um novo repasse do Tesouro, no valor de R$ 100 bilhões, para financiamento ao setor produtivo. Fontes do governo disseram à Agência Estado que o valor ainda não está decidido e não deve ser fechado até amanhã. Por isso, o anúncio não será feito neste momento com as outras medidas. O BNDES já recebeu este ano R$ 100 bilhões que ainda não foram totalmente desembolsados.

Bird alerta para mais ondas de crise como Dubai

Bird alerta para mais ondas de crise como Dubai.
Agência Estado
Karim Sahib/AFP

TÓQUIO - O presidente do Banco Mundial (Bird), Robert Zoellick, manifestou confiança em que o impasse da dívida de Dubai será solucionado, mas alertou que haverá “diferentes ondas” de efeitos da crise até o mundo superar os atuais problemas econômicos. A turbulência financeira em Dubai “pode ser contida”, uma vez que o emirado e seus credores devem chegar a um acordo de suspensão dos pagamentos, disse Zoellick em entrevista à agência Kyodo. “Eu vejo o incidente Dubai como um exemplo de que ainda há problemas no mundo e, quando os sistemas financeiros estão menos transparentes, é difícil identificar estes problemas”, disse Zoellick.

Ele afirmou que a crise apresenta diferentes problemas, dependendo do estágio de desenvolvimento das economias. Para os países pobres, a crise começou com uma disparada nos preços dos alimentos e combustíveis antes de chegar ao mercado financeiro, disse Zoellick. Ele acrescentou que as taxas de desemprego elevadas, os problemas de crédito ao consumidor e grandes perdas no setor bancário nos Estados Unidos têm características diferentes do problema original do mercado hipotecário.

“Desde o início da crise, eu alertei que é preciso ver o perigo da onda de efeitos”, disse, alertando para a possibilidade de que haverá mais problemas como o do setor imobiliário de Dubai, que, segundo analistas, é resultado de anos de crédito fácil durante o boom do setor antes que o mesmo fosse duramente atingido pela crise do crédito global. “As autoridades precisam estar preparadas para diferentes ondas da crise”, disse Zoellick. Em 2010, “teremos de antecipar potenciais riscos porque ainda não saímos da crise.”

Durante sua visita ao Japão, Zoellick se reuniu com o primeiro-ministro Yukio Hatoyama na segunda-feira. O Banco Mundial e o Japão concordaram em cooperar na luta contra o aquecimento global. Zoellick pediu um compromisso adicional de Tóquio para ajudar os países em desenvolvimento com tecnologias que economizem energia.

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